Dirigibilidade e interior são pontos fortes; trocas manuais decepcionam.
Na véspera da abertura do Salão de Detroit (EUA), que colocou os automóveis compactos em outro patamar, teve um breve contato justamente com outro importante compacto para o mercado local, o Chevrolet Sonic, que desembarca por aqui ainda este ano – inicialmente importado dos EUA e com subsídio, e posteriormente trazido do México, onde terá sua produção iniciada no final do ano. Se na década de 90 o mercado brasileiro era abastecido por modelos desenvolvidos pela Opel, a divisão europeia da General Motors, no século XXI quem assina boa parte da gama comercializada no país é a coreana Daewoo. É dela o projeto do Chevrolet Cruze, que se multiplica em diversas plantas da GM no mundo (no Brasil, o sedã é feito em São Caetano do Sul), e também o do Sonic, estreante no mercado norte-americano.
Chevrolet Sonic terá Ford New Fiesta como principal concorrente (Foto: Rodrigo Mora/G1)
(Foto: Arte/G1)10 airbags
Nos EUA, o Sonic é oferecido nas versões hatch e sedã (ambas virão para o Brasil), disponíveis nas configurações LS, LT e LTZ. A oferta de equipamentos é interessante desde a opção de entrada: ar-condicionado, direção elétrica, computador de bordo, rádio AM/FM, GPS, 10 airbags (inclusive para os joelhos de motorista e passageiro), freios ABS, controles de estabilidade e tração, assistente de arrancada em subidas (Hill-hold) e monitoramento da pressão dos pneus, só para citar os principais. Um Sonic LTZ traz, além dos itens citados, revestimento dos bancos e do volante em couro, volante multifuncional, bancos frontais com aquecimento, CD-player com MP3 e entrada USB, controle de cruzeiro, sistema de acionamento remoto do veículo e rodas de 17 polegadas.
Fonte: autoesporte.com
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